Utilizando o DEA de maneira inteligente

21/05/2021 16:22:46

Os Desfibriladores Elétricos Automáticos (DEA’s), podem ser verdadeiros heróis em inúmeras situações, isso se dá pelo fato deste aparelho ser capaz de devolver os ritmos cardíacos em pessoas desacordadas por conta de maus súbitos.  

Uma vez que, segundo a OMS, as doenças cardiovasculares são as maiores responsáveis por mortes no mundo todo, o Brasil viu no ano de 2020 a taxa de mortalidade desse quadro aumentando em ao menos 130%, o que nos estimula a dar mais atenção a doenças que residem no quadro cardiovascular como por exemplo: 

  • Pressão Alta;
  • Arritmia Cardíaca;
  • Ataque Cardíaco;
  • Insuficiência Cardíaca

O Cuidado com a Saúde

Os cuidados com a saúde são cruciais nesse momento, embora alguns quadros sejam ocasionados repentinamente e por questões físicas desenvolvidas a longo prazo a necessidade do uso de um DEA geralmente nos pega de surpresa.


A Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) constatou que 80% das paradas cardíacas acontecem nas casas das vítimas e 50% das ocorrências são presenciadas por uma criança ou adolescente, sem outros adultos por perto.

As chances de sobrevivência sem socorro diminuem de 7 a 10% a cada 60 segundos, após a parada cardíaca a morte cerebral e permanente ocorre em cerca de 5 minutos;

A morte pode ser impedida na maioria dos casos quando a desfibrilação (realizada por um choque rápido aplicado no peito da vítima), feita através de um Desfibrilador Externo Automático, ou por massagens manuais de ressurreição.

O DEA não trabalha sozinho

Um aparelho como o DEA é capaz de trazer um paciente novamente à vida. Suas descargas elétricas que se conectam ao coração da vítima com a função de trazê-la de volta aos batimentos normais estão contidas dentro desse equipamento que certamente não opera sozinho e conta com um manuseio feito com cautela e responsabilidade para salvar uma vida. Vale ressaltar que esse equipamento só deve ser utilizado por profissionais autorizados e devidamente instruídos.

Em quem fazer?

Esteja sempre atento para que o procedimento não seja feito com a vítima molhada, portadora de marca-passo, adereçada com apetrechos médicos ou bijuterias e demais metais.

Caso a pessoa tenha excesso de pelos na parte onde se posicionam os eletrodos, é importante que seja feita uma rápida raspagem na região;

Quanto a crianças, os aparelhos tem um botão específico para a idade, uma vez que após os 8 anos a desfibrilação segue um padrão similar;

Quanto a mulheres grávidas, segundo a American Heart Association (AHA), só deve ocorrer quando realizada com participação do socorrista, obstetra e neonatologista e se possível um intensivista.

Atentos podemos mudar essa história

Como citado anteriormente, a OMS aponta que doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, porém certamente com o uso consciente dos DEA’s e um estilo de vida mais saudável podemos diminuir a abrangência dessa estimativa.



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